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 Polícia Federal realiza maior apreensão de cocaína da história de aeroporto no RJ

Polícia Federal realiza maior apreensão de cocaína da história de aeroporto no RJ

Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) realizou na noite desta quarta-feira (6) a maior apreensão de cocaína já feita no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, também conhecido como Galeão. Ao todo, 250 quilos da droga foram apreendidos e quatro pessoas foram prensas, incluindo três funcionários de uma companhia aérea. Durante uma fiscalização de rotina, agentes da PF identificaram movimentação suspeita de um homem que estava despachando suas bagagens junto a um funcionário que apresentava sinais de nervosismo. Os policiais decidiram fazer uma abordagem e encontraram em cada uma das malas aproximadamente 60 quilos de cocaína. As malas receberam etiquetas simulando que seguiriam em voo para Brasília, mas tinham como destino final Portugal. Além disso, as bagagens estavam etiquetadas no nome de outra pessoa. O homem que tentava despachar as malas disse ser taxista e foi preso, assim como o funcionário que o atendia e outros dois empregados da companhia aérea.

 Parceiros no cárcere, Odebrecht aconselha Palocci a fechar acordo de delação premiada

Parceiros no cárcere, Odebrecht aconselha Palocci a fechar acordo de delação premiada

Foto: Reprodução / Rede Tiradentes

Detidos na mesma ala da carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, o ex-ministro Antonio Palocci e o empreiteiro Marcelo Odebrecht dividem as tarefas "domésticas", como a limpeza da cela e do banheiro, e fazem refeições juntos. Segundo a Folha de S. Paulo, há poucos dias, o petista chegou à cela de Marcelo falando em italiano, o que levou até os companheiros de prisão do ex-presidente da construtora às gargalhadas. A brincadeira faz uma referência ao apelido atribuído a Palocci na planilha do Departamento de Propinas da Odebrecht. O ex-ministro é identificado como "italiano", mas nega as acusações. De acordo com a publicação, Marcelo, que está preso desde junho de 2015, aconselha Palocci sobre como proceder na sua defesa. Quando o ex-ministro começou a cogitar fazer delação premiada, Marcelo lhe sugeriu que tentasse colocar a PF na negociação. Assim feito, o petista teve sua primeira reunião sobre o acordo com procuradores e um delegado da PF há pouco mais de um mês. De acordo com a publicação, três pessoas que frequentam a carceragem afirmam já ter visto o empreiteiro afirmar aos advogados do petista que eles prejudicavam seu cliente quando perguntavam a testemunhas da Odebrecht, na frente do juiz Sergio Moro, se Palocci era mesmo o "italiano". No último dia 20, o ex-ministro disse ao juiz da Lava Jato que estava disposto a falar nomes e operações que interessariam o processo. Uma possível delação de Palocci é temida pelo PT. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu ter "absoluta certeza" de que Palocci não vai fechar o acordo, pois pode prejudicar muita gente (veja aqui).

Traficantes de 6 estados são alvos da PF e têm R$ 7,5 milhões apreendidos

Traficantes de 6 estados são alvos da PF e têm R$ 7,5 milhões apreendidos

Aeronaves apreendidas no aeródromo sequestrado de Corumbá (Foto: PF/ Divulgação)

A Polícia Federal (PF) faz nesta terça-feira (28) a operação "All In" contra traficantes de drogas que agiam em Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. A quadrilha teve cerca de R$ 7,5 milhões em bens, incluindo seis aeronaves e um aeródromo, e dinheiro apreendidos.

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que a quadrilha teve cerca de R$ 7,5 bilhões em bens apreendidos. Na verdade foram R$ 7,5 milhões. O erro foi corrigido às 12h42)

A PF cumpre 18 mandados de prisão cautelar, 25 mandados de busca e apreensão, além de sete mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor, em 14 cidades dos seis estados. Participam cerca de 150 policiais.
Dinheiro apreendido pela PF nesta terça-feira estava em fundo falso (Foto: PF/ Divulgação)

Em Monte Carmelo (MG), foi feita a condução coercitiva às 6h. A pessoa foi encontrada na residência, levada à Polícia Federal, prestou depoimento e foi liberada.
No estado de São Paulo os mandados são em Campinas e Ribeirão Preto.

Bolívia - Brasil
Segundo informações da PF, o bando entrava com entorpecentes no Brasil com aeronaves e, a partir de Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com a Bolívia, distribuía para a região sudeste do país por via terrestre.


Além da apreensão de seis aeronaves e do aeródromo localizado na área rural de Corumbá, foram bloqueados também dinheiro de 68 contas correntes, sequestrados mais cinco imóveis e apreendidos 35 veículos adquiridos por meio de práticas criminosas. Parte do dinheiro apreendido estava em um fundo falso na residência do alvo principal.

Durante o período de investigação que resultou na operação, três integrantes da quadrilha foram presos em flagrante com 800 quilos de cocaína. As prisões foram feitas no momento em que os traficantes transportavam o entorpecente.

A operação foi batizada de “All In”, que é uma jogada típica do Poker em que o jogador aposta todas as suas fichas em uma mão de cartas, em alusão à forma impetuosa com que a quadrilha age, arriscando-se no transporte de grandes carregamentos de entorpecentes.
Cocaína apreendida durante investigação que resultou na operação (Foto: PF/ Divulgação)

Do G1 MS
Dois fiscais investigados na Operação Carne Fraca querem abrir o bico em delação

Dois fiscais investigados na Operação Carne Fraca querem abrir o bico em delação

Os advogados estão se preparando para apresentar as propostas dos clientes à Justiça


A Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, deu um rebuliço no país. Não só pelo fato de afirmar que empresas comercializavam produtos impróprios para o ser humano, mas por revelar o pagamento de propinas para que isso não chegasse a público.

O Radar On-Line, da Veja, informa nesta quarta-feira (22), que “pelo menos dois fiscais explodidos pela Polícia Federal na Operação Carne Fraca já adiantaram aos seus advogados que estão loucos para contar o que sabem numa delação premiada”.


Muita coisa ainda vai feder.