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Confira as atrações da II Grande Vaquejada do Parque Manuel Camilo em Acopiara, uma das maiores do Brasil

 Confira as atrações da II Grande Vaquejada do Parque Manuel Camilo em Acopiara, uma das maiores do Brasil
Os amantes da vaquejada do Brasil inteiro aguardam com expectativa a chegada da II Grande Vaquejada do Parque Manuel Camilo em Acopiara, no período de 18 a 21 de janeiro de 2018.


Segundo os organizadores do evento serão distribuídos mais de R$ 50 mil em premiações nas categorias aberta e amador.


Para participar das categorias aberta e amador, os vaqueiros vão pagar apenas R$ 350,00 e R$ 250,00, respectivamente, conforme detalhes no cartaz acima.


O parque Manuel Camilo, localizado no bairro Moreira de Cima, conta com pista bem forrada para o conforto dos animais e vaqueiros, além de amplo estacionamento para os amantes desta cultura.


A novidade deste ano, serão as festas com grandes atrações de forró (cartaz acima).


Mais informações: 88-99965-0676 (Manu das Frutas) e 88-99959-2196 (Thiago Florentino).
 STF 'proíbe a vaquejada e permite o aborto', crítica Gilmar Mendes em evento

STF 'proíbe a vaquejada e permite o aborto', crítica Gilmar Mendes em evento

 STF 'proíbe a vaquejada e permite o aborto', crítica Gilmar Mendes em evento
Foto: STF


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nem bem saiu de uma polêmica e já se vê em outra. Nesta sexta-feira (27), o ministro, durante um seminário sobre Direito Constitucional, em Brasília, criticou algumas decisões do Supremo. “De vez em quando nós somos esse tipo de Corte que proíbe a vaquejada e permite o aborto”. Nesta quinta-feira (26), Gilmar já havia protagonizado um debate com o ministro Luís Roberto Barroso (clique aqui e sabia mais). Para ele, o grande número de processos produzem erros nos julgamentos sobre a validade da vaquejada e sobre a descriminalização do aborto no primeiro trimestre de gravidez. “A decisão [sobre aborto] poderia ter sido favorável à pessoa, por conta do excesso de prazo [de prisão], mas não se precisava entrar no tema. Entrou no tema, porque se viu possibilidade de fazer maioria. De vez em quando nós somos esse tipo de Corte que proíbe a vaquejada e permite o aborto,” disse. O relator da ação sobre a descriminalização do aborto foi o ministro Luís Roberto Barroso. A vaquejada foi regulamentada pelo Congresso Nacional em junho deste ano, como bem de natureza imaterial. A atitude do Congresso foi tomada após o STF decidir pela inconstitucionalidade de uma lei que permitia a vaquejada. O STF entendeu que havia submissão de crueldade aos animais.

 Vem aí a mais esperada vaquejada do ano na Lagoa dos Leais em Acopiara-CE

Vem aí a mais esperada vaquejada do ano na Lagoa dos Leais em Acopiara-CE

Vem aí a mais esperada vaquejada do ano na Lagoa dos Leais em Acopiara-CE
Este ano, a tradicional Vaquejada na lagoa dos Leais em Acopiara-CE, acontecerá sábado dia 09 de setembro com uma premiação de R$ 7.000 mil.

A Festa está garantida com Forró Alerta e Forró Bom de Balançar

Antonio do Joca, promotor do evento, já adiantou que está tudo pronto no Parque Lagoa dos Leais para receber a vaqueirama. “Estamos trabalhamos diuturnamente para oferecer o melhor aos competidores e visitantes, amantes desse esporte cultural, paixão do povo do Nordeste, ” declarou .

 Justiça suspende realização de vaquejada no Ceará

Justiça suspende realização de vaquejada no Ceará

A 28ª Vaquejada de Quixeramobim esta impedida de acontecer, por ordem da Justiça. O evento estava previsto para acontecer nos dias 7, 8 e 9 de setembro, mas foi suspenso por decisão da juíza Kathleen Nicola Kilian, titular da 1ª Vara da Comarca do município. Em caso de descumprimento, a organização da vaquejada deverá pagar multa diária de R$ 100 mil, além de ter todo o equipamento e animais utilizados apreendidos.


A decisão foi proferida nesta quarta-feira (28) a partir de ação ajuizada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE) para que os organizadores do evento não autorizassem, apoiassem ou realizassem qualquer ato que colabore com a realização de vaquejada ou outro evento similar, que envolva maus-tratos e crueldade aos animais.


O pedido foi deferido pela juíza sob o entendimento de que a vaquejada é uma prática inconstitucional. A magistrada explicou que a Constituição Federal expõe o direito fundamental da coletividade ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. "Apesar da tradição da prática da vaquejada em algumas regiões do país, como neste Estado do Ceará, entendo que a prática é incompatível com os preceitos constitucionais que impõem ao Poder Público assegurar um meio ambiente equilibrado, evitar desnecessário tratamento cruel de animais e preservar a fauna", ressaltou.


Registro de patrimônio cultural


Embora a Emenda Constitucional nº 96/2016 traga a possibilidade de considerar atividades com animais como manifestação cultural, a magistrada reiterou que a vaquejada não atende nenhuma das duas condições limitadoras para receber essa classificação. A norma constitucional diz que é necessário o registro da atividade como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, assim como ela deve ser regulamentada por uma lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos.


A juíza ainda destacou a falta de um registro de que a vaquejada seja considerada um patrimônio cultural junto ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão responsável pelo registro.



G1CE
Avança na Câmara da vaquejada e outras práticas desportivas que envolvem animais

Avança na Câmara da vaquejada e outras práticas desportivas que envolvem animais

Avança na Câmara da vaquejada e outras práticas desportivas que envolvem animais
A Comissão Especial destinada à apreciação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 304/17, que garante a vaquejada e outras práticas desportivas que envolvem animais, aprovou ontem, por 20 votos a 1, na Câmara, o parecer do relator Paulo Azi (DEM-BA), que pede a regulamentação da atividade em todo o País, por considerá-la uma manifestação cultural. Agora, a PEC seguirá para votação no plenário.


Segundo o texto do relator, as práticas desportivas que envolvem animais não podem ser consideradas cruéis, tendo em vista que "há normas estabelecidas por entidades do ramo para garantir os cuidados com os animais, assim como sanções em caso de irregularidades". Paulo Azi também afirmou que a prática faz parte da cultura brasileira desde o século XVII, nas chamadas "festas de apartação".


Ainda de acordo com o relator, a vaquejada e outras práticas desportivas envolvendo animais, como os rodeios, geram milhares de empregos diretos e indiretos em todo o País.


O texto será submetido a dois turnos de votação e só se transformará em emenda caso receba 308 votos favoráveis em ambos.



Diario do Nordeste Online
 Senado autoriza realização de vaquejadas

Senado autoriza realização de vaquejadas



Após esforço para liberar a pauta de votações, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) colocou em votação e conseguiu aprovar, em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 50/16) que autoriza a realização da vaquejada e dos rodeios. A matéria foi analisada como primeiro item da pauta e segue agora para votação na Câmara dos Deputados.


A PEC reverte decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra as vaquejadas, de outubro de 2016. No julgamento de ação do Ministério Público contra a lei que regulamenta as vaquejadas no Ceará, o relator no Supremo, ministro Marco Aurélio, considerou a prática ilegal.


Para Eunício, a legalização da vaquejada manterá mais de 700 mil empregos em todo o país, preservando a cultura milenar do povo nordestino e garantindo a prática de bons tratos aos animais.


“A PEC além de garantir a prática busca também exigir o cuidado e preservação dos animais. É um reconhecimento à cultura nordestina e aos sertanejos que dependem dessa atividade”, disse.


Apesar de o presidente do Senado quase nunca se posicionar em votações, o senador cearense fez questão de informar e registrar seu voto e pedindo para constar em ata.


A PEC 50 prevê que não serão consideradas cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais previstas na Constituição e registradas como integrantes do patrimônio cultural brasileiro. A condição para isso é que sejam regulamentadas em lei específica que garanta o bem-estar dos animais.


Acompanharam a votação os deputados estaduais Danniel Oliveira (PMDB) e Leonardo Araújo (PMDB), além de prefeitos e lideranças do Ceará e de demais estados do Nordeste.



Com informação da A.I
 Senado - Vaquejada é aprovada como uma manifestação cultural

Senado - Vaquejada é aprovada como uma manifestação cultural

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (1º) um projeto de lei que torna a vaquejada e o rodeio manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial. Como o texto já foi aprovado também pela Câmara, segue agora para sanção do presidente da República, Michel Temer.
Na vaquejada, um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros, montados em cavalos, tentam derrubar o animal pelo rabo.
No mês passado, contudo, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu derrubar uma lei do Ceará que regulamentava a vaquejada. Por 6 votos a 5, os ministros consideraram que a atividade impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.
Mesmo com a decisão do Senado desta terça, prevalecerá o entendimento da Suprema Corte.
A proposta aprovada pelos parlamentares não regulamenta a prática, com parâmetros e regras.
A decisão da Corte em outubro provocou reações no Congresso Nacional. Além disso, na semana passada, manifestantes a favor da vaquejada chegaram a ocupar o gramado central da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.


Sessão do Senado - Defensores da atividade afirmam que a vaquejada faz parte da cultura regional, que se trata de uma atividade econômica importante e movimenta cerca de R$ 14 milhões por ano.
"Os espetáculos do rodeio e da vaquejada, que abrangem uma série de manifestações esportivas, recreativas e culturais, consistem em manifestações já há muito cultivadas pela população de diversas regiões do país".
O texto foi aprovado nesta terça pelo Senado em votação simbólica, embora tenham ocorrido discursos a favor e contra o projeto.

Bastidores - Auxiliares de senadores que defenderam a proposta avaliam que o objetivo do projeto é "preparar o terreno" para que o Congresso aprove, futuramente, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que libera a vaquejada e o rodeio como modalidades esportivas, apresentada na Câmara na semana passada.

Brasília-DF: Vaqueiros ocupam Esplanada em ato contra proibição de vaquejadas

Vaqueiros e trabalhadores de vaquejadas ocuparam a Esplanada dos Ministérios, na área central de Brasília, na manhã desta terça-feira (25) para protestar contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou inconstitucional a prática do esporte no país. De acordo com a Polícia Militar, 3 mil pessoas, com 410 caminhões, 1,2 mil cavalos, 53 ônibus e 114 carros participaram do ato.

A vaquejada é uma tradição cultural nordestina na qual um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros montados a cavalo tentam derrubá-lo dentro de uma área estabelecida e marcada por cal. Segundo as regras do esporte, a derrubada só é considerada válida se o boi cair, ficar com as quatro patas para cima e se estiver na área delimitada. Dependendo do local da queda, pontos são somados ou não a dupla.


De acordo com os manifestantes, 700 mil pessoas são afetadas direta e indiretamente pela proibição do STF. O vaqueiro de Campina Grande, na Paraíba, Zito Buarque afirma haver regiões no Nordeste que vivem apenas na vaquejada e trabalhos paralelos ao esporte, como a fabricação de ferraduras, arreios e a criação de animais. Ele também diz que as críticas à prática são fruto de falta de informação e que há adequações feitas ao longo do tempo para que os animais não sofram.
"Hoje o que existe é a vaquejada moderna. O boi hoje, quando corre, é com protetor de cauda. Não se pode mais usar espora e chicote. O animal cai na areia com 50 ou 60 centímetros para amortecer. No passado pode ter existido, mas hoje não há maus-tratos", declarou.


Em nota, a Associação Brasileira dos Vaqueiros (Abvaq), que organizou a mobilização, disse que o governo deve tomar medidas para garantir a continuidade da vaquejada enquanto esporte e manifestação cultural, em vez de proibir sem discussão. A associação afirma que em primeiro lugar está o bem-estar dos animais.
O ato reuniu manifestantes de todos as regiões do Brasil. Eles se concentraram no Parque Leão, em Samambaia, e começaram a se deslocar para o centro de Brasília na noite desta segunda-feira (24). A distância é de cerca de 28 quilômetros. O movimento começou por volta de 8h, em frente à Catedral de Brasília. Em seguida os vaqueiros seguiram para um ato em frente ao Congresso Nacional.
Por causa do ato, desde as 22h desta segunda, o Detran mantém interditadas duas das seis faixas do Eixo Monumental, entre o Congresso Nacional e a Rodoviária do Plano Piloto, nos dois sentidos. O protesto deixou o trânsito lento na Esplanada.
O vaqueiro Marcos Gerote, de Presidente Prudente, em São Paulo, disse que a proibição do STF também atrapalha a criação dos animais.
"Essa proibição atrapalha os vendedores de celas, a parte de arreios, as roupas country. Enfim, todo seguimento que estiver dentro desse mundo [equino] vai ser prejudicado. Nossos cavalos são mais bem tratados que os seres humanos", disse.


Defesa animal
Em nota, o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal afirmou que a vaquejada é uma prática “deseducativa que estimula a violência” e que não se pode permitir a exploração do sofrimento animal em nome da cultura.
“Práticas tradicionais, intrinsecamente cruéis, rinhas e touradas, são proibidas no Brasil. Rodeios, vaquejadas e animais em circos vêm sendo proibidos em municípios/estados, refletindo o atual nível público de conhecimento sobre a capacidade dos animais.”
O fórum afirma que relatórios veterinários comprovam que é impossível controlar o bem-estar do animal na atividade e que artifícios como “protetor de cauda” só tentam “disfarçar lesões a bovinos”. “Laçadas/derrubadas são técnicas ultrapassadas, que podem causar lesões irreparáveis e morte. Hoje, em fazendas, os animais são levados a currais para qualquer tipo de tratamento/manejo.”


Fonte: G1 DF

'STF não acompanhou evolução da vaquejada', diz associação no Ceará

A Associação Brasileira de Vaquejada lamentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar a lei do Ceará que regulamentava a vaquejada. Para o vice-presidente da entidade, Marcos Lima, a decisão "não acompanhou a evolução e adaptação do esporte" nos últimos anos, com relação, por exemplo, aos equipamentos desenvolvidos para proteger os animais.


Prática tradicional em cidades do interior do estado, a vaquejada agora é ilegal, e os organizadoreres podem ser penalizados. Por 6 votos a 5, os ministros consideraram que a atividade impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.

"A decisão parte do pressuposto que toda vaquejada causa maus tratos. Nos últimos anos, a Associação Brasileira de Vaquejada (Abvaq) e a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) têm trabalhado no bem estar animal, implantando normas, apoiando o desenvolvimento de equipamentos que possam melhorar o bem estar", defende. (Do G1-CE)

STF proíbe vaquejada no território nacional


A Lei que regulamentava a vaquejada no Ceará foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento na tarde de ontem. A partir de agora a atividade está proibida e quem promover ou participar desses eventos incorre em crime por maus-tratos aos bovinos e equinos.
A decisão foi comemorada por militantes que atuam em defesa dos animais e lamentada por organizadores dos torneios.

"A vaquejada está proibida e vale para todo o Brasil. Se alegria matasse, teria morrido", disse a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), Geuza Leitão. "Foi uma grande vitória, apertada. Passei a tarde acompanhando, ansiosa". Para Geuza Leitão, o julgamento do STF foi o coroamento de uma luta de 20 anos. "Essa Lei que regulamentava a vaquejada no Ceará possibilitou o ingresso da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Sem ela não havia essa possibilidade", disse.

No entendimento de Geuza, o julgamento do STF proíbe a prática de vaquejada em todo o Brasil. "Tem efeito contra todas as leis existentes que regulamentam a atividade, que agora estão fora do ordenamento jurídico, e é de caráter vinculante. Quem promover vaquejada a partir de agora cometerá crime ou estará na clandestinidade", frisou.


O juiz de Direito Djalma Sobreira Dantas observou que o primeiro entendimento é que a partir de agora a vaquejada fica na ilegalidade. "Quem organizar ou participar pode incorrer em crime", disse. "Foi uma decisão preocupante e gravíssima para quem defendia a prática da vaquejada, sob o argumento de ser uma atividade secular, esportiva e cultural", afirmou. Para o magistrado, a decisão do STF foi uma surpresa, embora o julgamento estivesse suspenso, empatado, com pedido de vista. "É uma decisão que fere uma tradição secular nordestina, mas que precisa ser respeitada", disse.

A partir de agora, promotores de vaquejada nas regiões do Cariri e do Centro-Sul devem suspender os eventos que estavam agendados. Humberto José Sobreira (Beto), promotor da vaquejada no Parque Boa Vista, em Milagres, disse que, com a decisão do STF, não fará mais nada. Vaqueiros e organizadores lamentaram o resultado do julgamento por acreditarem que iria prevalecer o aspecto cultural e histórico das derrubadas de gado.

Recentemente, o vice-presidente da Associação Brasileira de Vaquejada, Marcos Lima, disse que a categoria era a favor da regulamentação e que medidas foram adotadas em proteção aos animais. "Não esperava por uma decisão com esse resultado, que considero um equívoco", disse Francisco Tavares, vaqueiro e pequeno criador.

Julgamento

Votaram contra a vaquejada o relator da ação, Marco Aurélio, e os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Celso de Mello, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski. A favor da prática votaram Edson Fachin, Gilmar Mendes, Teori Zavascki, Luiz Fux e Dias Toffoli. Por 6 votos a 5, os ministros consideraram que a atividade impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.

A Lei que regulamentava a vaquejada no Ceará foi de iniciativa do então deputado Wellington Landim, de 2013. A Procuradoria Geral da República (PGR) ingressou com ADI contra a norma estadual, após provocação da Uipa. O julgamento no STF começou em agosto de 2015. Em 2 de junho passado, um pedido de vistas do ministro Dias Toffoli interrompeu, pela segunda vez, o julgamento da ADI. Até então, houve empate.

G1/CE
 Vaquejada se modernizou, mas mantém as tradições

Vaquejada se modernizou, mas mantém as tradições



Da origem ligada à lida com o gado nas fazendas, depois por demonstração de habilidade, agora é um grande negócio no Nordeste ( Foto: Honório Barbosa )



Iguatu. A vaquejada é um esporte de alto custo. Exige cavalos de raça, cujo valor ultrapassa R$ 100 mil, e vaqueiros financiados por empresas do setor agropecuário ou por fazendas (haras). Essa tendência se intensificou a partir da década de 1990 e se consolidou, apesar das dificuldades com a estiagem e a crise financeira. O evento de hoje remonta à cultura nordestina de ocupação sertaneja a partir do ciclo econômico do couro e do gado, mas com padrões totalmente diferentes.


Origem