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Fundador do Facebook reuniu-se com chefe de propaganda do PC Chinês

Fundador do Facebook reuniu-se com chefe de propaganda do PC Chinês

O encontro ocorreu em Pequim, um dia após Zuckerberg ter gerado controvérsia ao publicar uma fotografia sua a correr junto à icónica praça Tiananmen, apesar do alto nível de poluição que atingia a capital chinesa.

Liu Yunshan é um dos sete membros do Comité Permanente do Politburo do PCC, a cúpula do poder na China.

Segundo a agência oficial Xinhua, o dirigente chinês enalteceu a tecnologia "avançada" do Facebook e apelou à cooperação entre aquela rede social e as suas congéneres chinesas.

Zuckerberg, que é casado com uma chinesa com nacionalidade norte-americana, destacou o progresso da China na área da internet e afirmou que trabalharia com o país para "criar um mundo melhor no ciberespaço", revelou a agência.

A população 'online' da China atingiu os 688 milhões de pessoas em 2015, mas Pequim esforça-se para sufocar a liberdade criada pela internet através do "Grande Firewall da China".

Além do Facebook, aquele mecanismo censura 'sites' como o Youtube, Google e Twitter e importantes órgãos de comunicação social estrangeiros.

Grupos no WhatsApp agora podem ter até 256 participantes

Grupos no WhatsApp agora podem ter até 256 participantes

O WhatsApp aumentou nesta semana a quantidade máxima de pessoas que pode participar de um mesmo grupo. O limite, que antes era de 100 contatos, agora é de 256.

A mudança foi primeiramente notada pelo site NDTV e está disponível por meio de uma atualização do WhatsApp em suas versões para smartphones com sistema Android e iPhones.

O processo de criar grupos não mudou em nada, somente o número de participantes foi elevado.

A novidade chega na mesma semana em que o WhatsApp anunciou que atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensalmente. A empresa informou recentemente que vai monetizar o seu negócio com planos corporativos – e o aumento de participantes nos grupos pode ser sinal de que a companhia se prepara para isso.

Um ano depois do lançamento da sua versão para computadores, o WhatsApp passou a funcionar no novo navegador do Windows 10, o Microsoft Edge.

O processo de sincronização é o mesmo usado nos demais navegadores. No entanto, em depoimento recente a EXAME.com, Jan Koum, CEO do WhatsApp, afirmou que o recurso batizado de WhatsApp Web funciona melhor no navegador Google Chrome do que nos demais.

Koum também ressaltou que o uso em PCs requer que o smartphone esteja por perto para que o histórico de mensagens do usuário permaneça armazenado somente no aparelho. Com essa medida, a ideia é aumentar a segurança dos dados.

Lei permite que Policia Civil determine o bloqueio de celulares roubados

Lei permite que Policia Civil determine o bloqueio de celulares roubados

Um dos itens mais vulneráveis às ações criminosas é o aparelho celular. Cerca de 50% dos roubos na Capital são desses eletrônicos. No entanto, uma nova lei estadual, assinada pelo governador Camilo Santana, poderá ajudar a minimizar as ações de roubo e furto dos objetos. O governo instituiu o Boletim de Ocorrência (B.O.) de crimes de furto e roubo envolvendo aparelhos celulares e, dentre as novidades, está a autorização à Polícia Civil de requerer às operadoras o bloqueio total dos aparelhos subtraídos. As empresas deverão atender à solicitação em um prazo de 24h. Um sistema informatizado unificado entre Polícia e operadoras será criado para facilitar a integração.

A Lei Nº 15.940, de autoria do deputado Odilon Aguiar, foi sancionada pelo governador Camilo Santana com seis artigos em 29 de dezembro de 2015. O primeiro deles indica que o noticiante do crime ou representante legal da vítima, ao informar o extravio do aparelho, autorizará a autoridade policial a requerer o bloqueio do celular à operadora da linha telefônica. Para tal, será preciso informar o número do International Mobile Equipment Identity (IMEI) do aparelho subtraído.

O prazo máximo dado às operadoras para bloquear o aparelho é de 24 horas após o recebimento das informações do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (DIP). Quando o aparelho celular for recuperado, "a autoridade policial efetuará pesquisa no Sistema de Informações Policiais pelo número do IMEI e providenciará a notificação da vítima ou de seu representante legal para receber seu aparelho". Para pôr em prática as determinações da legislação, o governo deu um prazo de 120 dias para a criação de um departamento especializado através da Coordenadoria de Tecnologia de Informação e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), que irá facilitar o contato e compartilhamento de informações com as operadoras de telefonia móvel.

Prazo idêntico foi dado às empresas para desenvolvimento em conjunto do sistema informatizado unificado que será homologado pela SSPDS por onde serão compartilhados dados de histórico de propriedade do aparelho celular. Na justificativa do projeto encaminhado à Assembleia Legislativa, o autor da lei indicou preocupação com a entrada de aparelhos celulares nos presídios. "Esta medida inibirá os furtos e roubos de aparelhos celulares, posto que, uma vez bloqueados, não mais podem ser utilizados, ainda que seja trocado o chip por outro de outra operadora", apontou ainda o parlamentar.

O delegado geral adjunto da Polícia Civil, Marcus Rattacaso, destacou que a cooperação do Estado com as empresas ajudará a inibir as subtrações de celular. "A ideia desta lei é exatamente evitar a utilização de aparelhos celulares que tenham sido objeto de furto ou de roubo. Assim o equipamento não se prestaria para ser habilitado em nenhuma operadora do País", afirmou.

Sobrecarrego

Para o presidente da Comissão de Tecnologia da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil secção Ceará (OAB-CE), Renato Torres, é preciso pensar ainda no ônus que a medida pode trazer à Polícia Civil, já sobrecarregada. "O próprio usuário, se tiver conhecimento, pode ligar para a operadora de celular e solicitar o cancelamento. Acho que é até mais rápido do que esperar a autoridade policial, que já é tão atarefada. Contudo, acho bacana o convênio da Polícia com as operadoras. Criar um departamento para investigar esse tipo de crime, a partir de um roubo ou furto de aparelho celular, por exemplo, acho uma ideia excelente", opinou o advogado.*Diário do Nordeste

Mais informações

Para saber o IMEI, digite: *#06#

Fim da Motorola: o que muda para os usuários de celulares da marca?

Fim da Motorola: o que muda para os usuários de celulares da marca?

A Motorola vai deixar de existir no mercado de smartphones em 2016. Os próximos Moto X, Moto G e Moto E chegarão às prateleiras com a marca da Lenovo, empresa chinesa que comprou a fabricante em 2014. O anúncio aconteceu na última quinta-feira (8), e com ele muitas dúvidas surgiram na cabeça de quem é fã dos celulares da marca.Com dúvidas se a assistência técnica continuará existindo? 

Quer saber quando as mudanças entram em vigor? 

O TechTudo preparou esse guia respondendo a essas e outras perguntas sobre como as mudanças afetam o usuário. A Motorola vai deixar de existir completamente?

Nos smartphones, sim. Desde que comprou a Motorola, a Lenovo possuía duas marcas de celulares: a Vibe, com o nome da empresa, e a Moto, sob o domínio da Motorola. Segundo o site americano CNET, tudo será unificado sob a tutela da empresa chinesa em 2016 e os populares X, G e E terão a marca “Moto by Lenovo”. É a mesma estratégia adotada pela Microsoft que manteve apenas Lumia após comprar a divisão de celulares da Nokia.

Já no mercado de telecomunicações, a Motorola Solutions continuará existindo com desenvolvimento de tecnologia de redes, patentes e venda de equipamentos. A única “lembrança” que ficará nos aparelhos é o icônico “M”, que continuará sendo usado pela Lenovo.Não há previsão exata de quando o marca será extinta, já que a Lenovo disse apenas que isso ocorrerá este ano. O mais provável é que os novos telefones já cheguem com a nova “Moto by Lenovo”, o que costuma acontecer no início do segundo semestre. Além disso, a empresa ainda precisa revelar mais detalhes sobre o futuro do site da Motorola, dos serviços de atendimento e da estrutura física da empresa.Comprei um telefone da Motorola. 

Continuarei recebendo assistência?

Sim! Quanto a isso, nada deve mudar. Afinal, a Lenovo já controla a Motorola há quase dois anos e também vende seus produtos no Brasil. Sendo assim, é bastante provável que as assistências técnicas sejam apenas renomeadas nos próximos meses, mas o usuário deve ficar atento às autorizadas da sua cidade para não ser pego de surpresa em caso da mudança de endereço. As garantias também continuarão válidas.

Os Moto X, G e E continuarão sendo vendidos no Brasil?

Muito provavelmente. A Lenovo já manifestou interesse em vender seus celulares no Brasil e até lançou o Lenovo Vibe A7010 por aqui no último mês. Assim, os Moto X, G e E devem também continuar disponíveis, a menos que a empresa resolva focar apenas nos telefones Vibe. No entanto, considerando a popularidade dos “Moto”, isso é uma possibilidade remota, por enquanto.

Os aparelhos atuais continuarão recebendo atualizações do Android?É provável que sim. A Lenovo já tinha comprado a Motorola quando a empresa lançou as atualizações do Android 5.0 (Lollipop) e 6.0 (Marshmallow). O que pode mudar é a política de updates da nova “Moto” para os futuros sistemas, como no tempo de liberação dos pacotes e aparelhos contemplados. Isso, porém, demanda um posicionamento oficial da Lenovo sobre o assunto.

E Moto 360, Moto Maker e outros produtos? Vão acabar também?

Ainda não se sabe. O fim da Motorola deve trazer algumas reorganizações na empresa e que pode extinguir alguns produtos. O relógio Moto 360 e o serviço de personalização Moto Maker são bastante populares e têm mais chances de serem preservados. No entanto, acessórios como fones de ouvido e carregadores podem adotar apenas a marca da Lenovo.

A Motorola “sobrevivente” pode voltar a fabricar smartphones?

Ela já fabrica. Embora pouco se fale, a Motorola Solutions possui alguns aparelhos com Android voltados para o público corporativo. São telefones bastante robustos como o Symbol TC70, que tem corpo super resistente e indicado para quem desempenha profissões pesadas.Quantos aos consumidores domésticos, isso dependerá dos acordos da empresa com a Google, primeira compradora em 2012, e com a Lenovo. Por enquanto, a Motorola Solutions demonstrou pouco interesse em voltar para o ramo, ao contrário da Nokia, que já lançou um tablet e pode apresentar um smartphone Android esse ano.

A Lenovo pode lançar um Moto com Windows 10 Mobile?


A pergunta que todo fã do Windows Phone tem feito desde que a Lenovo comprou a Motorola do Google deve continuar sem resposta. Embora a empresa chinesa tenha revelado interesse no sistema da Microsoft, parece pouco provável que ela adote na marca “Moto”, que tradicionalmente usa Android. Porém, só nos resta aguardar o que vem por aí.