Tem gente que vai longe pra
cuidar dos filhos, mas depois de mortos, talvez seja exagero.
Um jovem faleceu em 1995 na
República da Georgia, e a causa de sua morte jamais foi descoberta. A família,
inconformada, decidiu preservar o corpo ao invés de enterrá-lo. O interessante
são os motivos e a forma usada para fazê-lo.
Tsiuri Kvaratskhelia disse
que a mumificação foi feita com o intuito de preservar a memória de Joni, seu
filho, para que o neto pudesse conhecê-lo, ainda que só o corpo.
Dezoito anos depois, e o
corpo ainda continua em boas condições. Tsiuri disse que todo ano, em seu
aniversário, trocava as roupas de Joni, e diariamente aplicava bálsamos e
outras soluções tradicionais, para impedir que o corpo apodrecesse.
No entanto, nos últimos
quatro anos, ela não pode trocas as vestimentas do filho, já que a putrefação
chegou a um ponto em que isso não é mais possível.
Recentemente, Tsiuri ouviu
em um sonho que deveria utilizar vodca para preservar o corpo do filho, e é
exatamente o que ela começou a fazer. Seus lençóis e faixas são encharcados com
a bebida todos os dias, para que tudo se mantenha em bom estado.
Nos últimos meses, por culpa
de uma doença, Tsiuri não tem cuidado do corpo do filho com a mesma frequência,
e sua pele começou a ficar mais escura.
Pra finalizar, ela até
construiu uma janela no porão onde fica o corpo, para que o resto da família
possa ver Joni sem descer.
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