A primeira contaminação com o vírus ebola em solo americano ocorreu no Texas Health Presbyterian Hospital de Dallas. A vítima é uma enfermeira do hospital. Ela teve participação em diversas ocasiões no atendimento a Thomas Eric Duncan, que contraiu o vírus na Libéria e morreu na quarta-feira. Segundo Frieden, dois procedimentos de alto risco nessas circunstâncias podem ter ocasionado o contágio da enfermeira: a entubação respiratória e a diálise. Os detalhes dos dois procedimentos em Duncan serão revisados pelas autoridades.
A enfermeira estava se automonitorando após o atendimento a Duncan. Na última sexta-feira, ela percebeu febre baixa e foi isolada para diagnóstico. As autoridades já acompanhavam 48 pessoas que tiveram contato com o liberiano antes de sua internação. Agora, o monitoramento será estendido aos profissionais que o atenderam após o isolamento no hospital. Segundo Frieden, a enfermeira exibe sintomas leves e tem quadro estável. Ainda neste domingo, o resultado de exame de confirmação da infecção deve ser divulgado.
Brasil — Neste sábado, o exame laboratorial do primeiro caso de suspeita de ebola no país deu negativo. O guineense Souleymane Bah, de 47 anos, que procurou uma unidade de saúde no Paraná após apresentar febre, deve continuar em isolamento até que saia o resultado do segundo teste, nesta segunda-feira.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou em coletiva de imprensa que é altamente improvável que o Brasil registre "casos explosivos" de ebola. Segundo ele, o baixo fluxo de turistas que viajam do Brasil para países da África Ocidental e a preparação da rede de saúde brasileira para lidar com a doença minimizam os riscos de uma epidemia. "Temos um caso suspeito. É possível que apareçam outros, mas continuaremos trabalhando do jeito que já estamos", disse.
Especialistas em infectologia elogiaram a atuação do Brasil no primeiro caso de suspeita de ebola. Tão logo surgiu a suspeita, o paciente foi isolado e o caso foi relatado ao Ministério da Saúde. Na sexta-feira, o Bah foi transferido a uma unidade de referencia do Rio de Janeiro seguindo todos os protocolos de segurança internacionais.
A enfermeira estava se automonitorando após o atendimento a Duncan. Na última sexta-feira, ela percebeu febre baixa e foi isolada para diagnóstico. As autoridades já acompanhavam 48 pessoas que tiveram contato com o liberiano antes de sua internação. Agora, o monitoramento será estendido aos profissionais que o atenderam após o isolamento no hospital. Segundo Frieden, a enfermeira exibe sintomas leves e tem quadro estável. Ainda neste domingo, o resultado de exame de confirmação da infecção deve ser divulgado.
Brasil — Neste sábado, o exame laboratorial do primeiro caso de suspeita de ebola no país deu negativo. O guineense Souleymane Bah, de 47 anos, que procurou uma unidade de saúde no Paraná após apresentar febre, deve continuar em isolamento até que saia o resultado do segundo teste, nesta segunda-feira.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou em coletiva de imprensa que é altamente improvável que o Brasil registre "casos explosivos" de ebola. Segundo ele, o baixo fluxo de turistas que viajam do Brasil para países da África Ocidental e a preparação da rede de saúde brasileira para lidar com a doença minimizam os riscos de uma epidemia. "Temos um caso suspeito. É possível que apareçam outros, mas continuaremos trabalhando do jeito que já estamos", disse.
Especialistas em infectologia elogiaram a atuação do Brasil no primeiro caso de suspeita de ebola. Tão logo surgiu a suspeita, o paciente foi isolado e o caso foi relatado ao Ministério da Saúde. Na sexta-feira, o Bah foi transferido a uma unidade de referencia do Rio de Janeiro seguindo todos os protocolos de segurança internacionais.

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