Os jurados acataram a tese de legítima defesa e estrito cumprimento do dever, uma vez que o acusado estava de serviço ( Foto: Natinho Rodrigues )
O ex-policial militar Wescley César Santos da Costa, acusado de matar o estudante Bruno Silva Cavalcante durante uma abordagem policial há mais de quatro anos, foi absolvido pelo Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri de Fortaleza. O julgamento, realizado na última terça-feira (29) foi presidido pelo juiz Victor Nunes Barroso, titular da 3ª Vara do Júri.
A tese defendida pela acusação foi de homicídio qualificado (com a qualificação de surpresa). Contudo, os advogados do ex-PM sustentaram legítima defesa e estrito cumprimento do dever legal, uma vez que o acusado era policial militar e estava atuando no momento da morte.
Após a decisão, o advogado assistente de acusação, Rafael Rolim Pereira, apelou da decisão de absolvição, segundo informações do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE).
Morte
O crime aconteceu no dia 4 de agosto de 2012, no bairro Dionísio Torres. De acordo com o processo, a vítima seguia na garupa de uma moto, pilotada por um amigo. A dupla percebeu que estava sendo seguida pela viatura da Polícia Militar RD-1021 quando trafegava pela Avenida Antônio Sales. Por não estar em posse dos documentos do veículo e por ter ingerido bebida alcoólica, o condutor da moto teria tentado escapar da patrulha do Ronda do Quarteirão, momento em que a perseguição teve início.
Depois de algum tempo, a vítima e o amigo pararam em uma rua. Bruno desceu da moto, mas o piloto seguiu. Neste momento, o estudante acabou levando um tiro na nuca, que a perícia descobriu que foi disparado pela arma do PM Wescley Costa.
O condutor da moto afirmou que a vítima desceu do veículo, pois já estava perto de casa. Quando o amigo de Bruno deixou o local, ouviu os disparos.
O ex-PM afirmou que viu o piloto da moto com uma arma e disparou em resposta a uma suposta agressão à bala. Bruno Cavalcante foi socorrido pelos policiais militares e foi deixado na emergência do Instituto Doutor José Frota (IJF), onde faleceu horas depois, aos 22 anos.
O jovem, natural de Baturité, era estudante e funcionário de uma empresa prestadora de serviços terceirizados a uma companhia de energia elétrica.
O ex-policial militar Wescley César Santos da Costa, acusado de matar o estudante Bruno Silva Cavalcante durante uma abordagem policial há mais de quatro anos, foi absolvido pelo Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri de Fortaleza. O julgamento, realizado na última terça-feira (29) foi presidido pelo juiz Victor Nunes Barroso, titular da 3ª Vara do Júri.
A tese defendida pela acusação foi de homicídio qualificado (com a qualificação de surpresa). Contudo, os advogados do ex-PM sustentaram legítima defesa e estrito cumprimento do dever legal, uma vez que o acusado era policial militar e estava atuando no momento da morte.
Após a decisão, o advogado assistente de acusação, Rafael Rolim Pereira, apelou da decisão de absolvição, segundo informações do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE).
Morte
O crime aconteceu no dia 4 de agosto de 2012, no bairro Dionísio Torres. De acordo com o processo, a vítima seguia na garupa de uma moto, pilotada por um amigo. A dupla percebeu que estava sendo seguida pela viatura da Polícia Militar RD-1021 quando trafegava pela Avenida Antônio Sales. Por não estar em posse dos documentos do veículo e por ter ingerido bebida alcoólica, o condutor da moto teria tentado escapar da patrulha do Ronda do Quarteirão, momento em que a perseguição teve início.
Depois de algum tempo, a vítima e o amigo pararam em uma rua. Bruno desceu da moto, mas o piloto seguiu. Neste momento, o estudante acabou levando um tiro na nuca, que a perícia descobriu que foi disparado pela arma do PM Wescley Costa.
O condutor da moto afirmou que a vítima desceu do veículo, pois já estava perto de casa. Quando o amigo de Bruno deixou o local, ouviu os disparos.
O ex-PM afirmou que viu o piloto da moto com uma arma e disparou em resposta a uma suposta agressão à bala. Bruno Cavalcante foi socorrido pelos policiais militares e foi deixado na emergência do Instituto Doutor José Frota (IJF), onde faleceu horas depois, aos 22 anos.
O jovem, natural de Baturité, era estudante e funcionário de uma empresa prestadora de serviços terceirizados a uma companhia de energia elétrica.
DN
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